Minha amiga @marcialira me passou um vídeo de 1930, sobre como os estilistas da época imaginavam que seria a moda no emblemático ano 2000. Como era de se esperar, não tem nada a ver com a moda contemporânea, mas as ideias são bem criativas e o filme é divertido. No final, tem até uma sugestão sobre o vestuário masculino – o modelo é um espetáculo à parte!

Pela primeira vez eu trago um entrevistado para o blog que não vai falar sobre moda masculina, entretanto, acredito que o assunto se justifique por si só. Convidei o Coordenador Regional do Nordeste da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, Oséias Cerqueira, estudante de Direito e estagiário do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia, para esclarecer algumas impressões que temos sobre o tema, muitas vezes cercadas de preconceito.

Este post não tem a intenção de informar sobre métodos de prevenção de uma forma didática. A ideia é entender que todos nós, soropositivos e soronegativos, convivemos com a Aids no nosso dia a dia.

A Aids precisa deixar de gerar medo e silêncio. As pessoas precisam parar de ver a Aids como uma doença do outro, como algo que matemos à distância. O que não nos damos conta é que a Aids está perto. Isso implica, muitas vezes, em obstáculos à prevenção. À medida em que penso que a Aids é algo que não tem a ver comigo, não preciso ter maiores preocupações com ela. Pertence a grupos específicos (gays, usuários de drogas, etc).

Oséias conta que um dos principais desafios para a juventude soropositiva é a inserção social e a garantia do livre exercício de direitos sexuais e reprodutivos – sim, meus caros, pessoas convivendo com HIV/Aids podem ter uma vida sexual saudável, com parceiros sorodiscordantes ou não.

O que as pessoas não entendem é que alguém pode viver com Aids (ter filhos, casar, amar qualquer pessoa, fazer sexo protegido com qualquer pessoa). Que as pessoas vivendo com Aids são, acima de tudo, pessoas. Que a Aids é só um elemento da vida delas e não pode ser pretexto para discriminação.

Para os que querem mais informações sobre o assunto, Oséias indica os seguintes sites:

http://www.aids.gov.br/

http://encontromanaus2011.webnode.com/

http://www.gapabahia.org.br/

O vídeo não é dos mais novos, mas não resisti e decidi compartilhar com vocês. Mostra um dos meus modelos brasileiros favoritos, o Marlon Teixeira, nos bastidores das gravações da nova campanha da Armani Exchange. No vídeo, ele ainda chama o também brasileiro e também incrível Francisco Lachowski de best friend.

Gotta love it!

A icônica banana da capa do álbum The Velvet Underground & Nico virou estampa na coleção de cases para iPhone da grife Incase. Essa e outras quatro imagens compõem linha inspirada na obra de Andy Warhol, que inclui ainda bolsa carteiro e cases para laptop e iPad, disponíveis na loja online da marca.

O case para iPhone sai pela bagatela de US$ 49,95 e a Incase entrega no Brasil.

UPDATE

O Douglas postou um comentário dizendo que a Incase não entrega no Brasil , ao contrário do que eu tinha postado. Por via das dúvidas, acabei de enviar um email para o costumer support deles e atualizo o post assim que tiver a informação, ok?

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UPDATE II

É isso mesmo, gente. Acabei de receber um email do pessoal da Incase e eles entregam sim no Brasil. Para os interessados em mais informações, eles disponibilizam o seguinte link: http://www.goincase.com/shipping/

Hoje, durante minha fuçada diária de editoriais de moda, um fato me surpreendeu: não me lembro de ter visto tantos cabeludos de uma vez só! Depois dessa febre de militarismo, acho que os editores ficaram saudosos e agora estão querendo compensar o tempo perdido bookando modelos que adornam longas madeixas.

Não fazer relação com os anos 70 é impossível, mas os cabelos grandes de agora têm uma pegada diferente, indo do grunge até o preppy, passando pela androginia, deixando para trás, definitivamente, a imagem de bicho-grilo. O surfe também passa longe da tendência, então hidratação é must do e nada de parafinar os fios, ok?

Para os que querem aderir, não tem muito mistério. Os cortes são retos, com uma aparência bem natural e pouca manutenção. Só resta ter paciência e torcer para que quando seu cabelo estiver realmente grande, ainda seja tendência. Não vale apelar para o mega hair, né?

 

Quem já assistiu o clipe da parceria entre Katy Perry e Kanye West certamente reparou no garoto que termina o clipe peladão, trata-se do modelo norte-americano Shaun Ross. O visual exótico do rapaz não se deve a um styling maluco ou algum efeito especial – Shaun é realmente um rapaz de traços fortes e é albino.

Conseguir seu espaço na indústria da moda foi um desafio para Shaun, que sofreu muito preconceito por conta do albinismo, mas ele não deu bola para as críticas nem teve medo de correr atrás. Tanto o visual quanto a atitude do rapaz conquistaram stylists, fotógrafos e editores ao redor do mundo, transformando Shaun em um fetiche da indústria. Em seu currículo, desfiles para Alexander McQueen e Givenchy, além de editoriais para Vogue Italia, i-D e GQ britânica – quero ver quem ousa dizer que ele não pode ser modelo agora.

Na iminência de completar vinte anos, no próximo dia 10 de maio, Shaun ainda tem muito trabalho para fazer daqui em diante, e a participação no clipe E.T. só vai contribuir para a carreira dele bombar ainda mais.

Se você quer saber mais sobre Shaun e as novidades de sua carreira, basta seguí-lo no Twitter.

Para quem ainda não viu o clipe, aí vai:

Eis que uma das publicações masculinas mais famosas mundo afora ganha sua versão tupiniquim. Na noite de ontem, no Jockey Club de São Paulo, foi lançada a GQ Brasil, com Alessandra Ambrósio estampada na capa.

Em tempo: quem teve essa ideia de colocar os braceletes de mulher maravilha na moça? Alguém pega esse punhal Crocodile Dundee na coxa dela e enterra no peito do stylist? Grato.

Mas enfim, este não é o grande foco do post. Vamos falar de moda masculina?

A GQ é famosa pelos seus artigos e análises de tendências de estilo para os homens. Assim sendo, nada mais justo que convidar os expoentes do bom gosto masculino para o lançamento, certo? Nem tanto… Olha só quem passou por lá:

Rico Mansur não foi com suas habituais polos cheias de propaganda. Resolveu trocar o figurino batido por uma camisa aberta mostrando os cabelos do peito, rosário e jeans mal cortado. Muito bem, campeão!

Felipe Folgosi (who?) apostou na modernidade do paletó clarinho combinado com a gravata xadrez e… NEXT!

Jesus Luz. Deu pra sentir, né?

Começando em grande estilo assim, certeza que a publicação brasileira vai ser UM SUCESSO. Os cafuçus vão adorar.

 

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UPDATE

Ok, tenho que me redimir – nem tudo foi tão traumático assim na festa da GQ. O Chic fez uma galeria de fotos sobre o estilo dos presentes na ocasião e teve gente que acertou em cheio na elegância. Você confere as fotos clicando aqui.

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